quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Preconceito

ÍNDICE


Capítulo Página
Introdução............................................................................ Pág. 03
Desenvolvimento................................................................. Pág. 04 a 08
01 Preconceito......................................................................... Pág. 04 a 07
02 Inclusão................................................................................ Pág. 07 a 08
03 Libras Pág. 08 a 09
Conclusão............................................................................ Pág. 10
Bibliografia........................................................................... Pág. 11










INTRODUÇÃO

É que você conheça e aprenda a libras e continue crescendo cada vez mais, por isso escolhemos situações do dia a dia e você vai aprender interagindo com a libras. Não se esqueça, conhecendo e Aprendendo a libras você certamente terá um bom desempenho aproveite e Boa Sorte.














DESENVOLVIMENTO
1- PRECONCEITO
Preconceito é uma postura ou idéia pré-concebida, uma atitude de alienação a tudo aquilo que foge dos “padrões” de uma sociedade. As principais formas são: preconceito racial, social e sexual.
O preconceito racial é caracterizado pela convicção da existência de indivíduos com características físicas hereditárias, determinados traços de caráter e inteligência e manifestações culturais superiores a outros pertencentes a etnias diferentes. O preconceito racial, ou racismo, é uma violação aos direitos humanos, visto que fora utilizado para justificar a escravidão, o domínio de alguns povos sobre outros e as atrocidades que ocorreram ao longo da história.

Nas sociedades, o preconceito é desenvolvido a partir da busca, por parte das pessoas preconceituosas, em tentar localizar naquelas vítimas do preconceito o que lhes “faltam” para serem semelhantes à grande maioria. Podemos citar o exemplo da civilização grega, onde o bárbaro (estrangeiro) era o que "transgredia" toda a lei e costumes da época. Atualmente, um exemplo claro de discriminação e preconceito social é a existência de favelas e condomínios fechados tão próximos fisicamente e tão longes socialmente. Outra forma de preconceito muito comum é o sexual, o qual é baseado na discriminação devido à orientação sexual de cada indivíduo.

O preconceito leva à discriminação, à marginalização e à violência, uma vez que é baseado unicamente nas aparências e na empatia.
A complexidade da real origem dos preconceitos é uma das grandes dificuldades que o ser humano enfrenta para entender como respeitar e amar o próximo de forma objetiva e sensata.
Embora esse assunto ainda seja pouco comentado, os preconceitos podem ser divididos em dois segmentos: um segmento é maléfico à sociedade e o outro benéfico. O segmento maléfico é constituído de preconceitos que resultam em injustiças, e que são baseados unicamente nas aparências e na empatia. Já o segmento benéfico é constituído de preconceitos que estabelecem a prudência e são baseados em estatísticas reais, nos ensinamentos de Deus ou no instinto humano de autoproteção. Em geral, os preconceitos benéficos são contra doenças contagiosas, imoralidades, comportamentos degradantes, pessoas violentas, drogados, bêbados, más companhias, etc. Na verdade, é muito difícil definir o limite correto entre preconceito maléfico e preconceito benéfico. Por isso, a liberdade de interpretação pessoal deveria ser sempre respeitada.
É importante entendermos, também, que cultivar o amor ao próximo não significa exterminar preconceitos. Tentar destruir preconceitos à força é cultivar o paganismo e deixar entrar todo tipo de sujeira comportamental na nossa sociedade. No paganismo, (atualmente disfarçado sob o título de “pluralismo” e “laicismo”) tudo é permitido e nada é considerado errado.
Na década de 90, supostos defensores de direitos humanos (agindo como defensores de “anomalias humanas”) deformaram a palavra preconceito, a palavra amor, a palavra cultura e várias outras. Parece que a intenção era confundir o significado destas palavras e abrir caminho para oficializar práticas pagãs na sociedade brasileira. De fato, nos anos seguintes constatamos o aumento do homossexualismo, do feminismo, da infidelidade conjugal, dos rituais satânicos em diversas regiões, da prostituição em diversos níveis e de outros comportamentos degradantes e imorais “justificados” como festivos e culturais.
Infelizmente, uma parte da mídia vem usando uma máscara de amor ao próximo para condenar as discriminações de caráter preventivo e apregoar a indiscriminação total e generalizada. Essas pessoas, de ideais utópicos e estranhos, têm atribuído conotações exclusivamente pejorativas, à palavra preconceito, para desmoralizá-la e destruir seu efeito preventivo (o lado benéfico). No fundo, querem semear “ervas daninhas” em nosso meio e contaminar a nação com hábitos idólatras e pagãos.
Ao contrário do que tais pessoas têm apregoado, tudo o que não devemos fazer, nesta área, é praticar a discriminação injusta e precipitada, contra o nosso próximo, seja ele quem for ou quem quer que aparente seja. No entanto, fazer uso de conceitos concebidos de maneira prévia, porém comprovados estatisticamente ou orientados por Deus (através da Bíblia), é um direito legítimo porque faz parte do nosso sistema de defesa; todo cidadão deve ter a liberdade e o direito de fazê-lo sempre que achar necessário.

A estrutura biológica humana também faz uso de preconceitos (de anticorpos) para se defender de vírus e bactérias caracterizados como nocivos. Em geral, os anticorpos repudiam tais invasores antes que se multipliquem e contaminem todo o corpo (um efeito preventivo de origem natural). A medicina avançada também produz vacinas artificiais para desenvolver preconceitos biológicos (do sarampo, da poliomielite, do tétano e de várias outras doenças consideradas infecto-contagiosas). O objetivo é deixar o sistema imunológico preparado para quando o vírus nocivo chegar, o corpo, já vacinado (previamente avisado), esteja prevenido e se defenda antes que o vírus se multiplique e cause maiores problemas. Portanto, o preconceito por si só não é sinônimo de sub¬desenvolvimento. Na verdade, quando bem usado é sinônimo de prevenção e de prudência. A maioria dos povos civilizados e prósperos desenvolveu-se fazendo separação entre o certo e o errado e o bem e o mal. E, o preconceito, quando fundamentado em experiências reais ou nos ensinamentos de Deus, é um método preventivo que se antecipa ao erro e ao mal evitando a disseminação de maus hábitos e a conseqüente destruição da sociedade.
Se desejarmos combater o preconceito injusto e a discriminação indevida, a solução não é impor igualdade mascarada e fictícia por intermédio de leis. A solução é admitir e esclarecer as diferenças, as aparências e as realidades para que o sistema de defesa humano as compreenda e não rejeite o que for normal e saudável. Tentar impor qualquer tipo de igualdade, por força de lei, é semear a falsidade, a hipocrisia, o desrespeito e, por conseqüência, a violência. Amar, não é simples¬mente compreender, tolerar e querer bem ao próximo. Amar o próximo é também ter a coragem de repreendê-lo para que se torne bem-sucedido como ser humano e cidadão.
Já é hora de o brasileiro compreender que a liberdade pacífica, de praticar o justo e fundamentado preconceito (o benéfico), é mais útil a uma nação do que a proibição de usar a intuição humana e o prévio conceito como medida preventiva. Só as pessoas inconseqüentes, ou muito inocentes, é que entendem que devemos considerar todo mundo em igualdade absoluta e irrestrita (sejam sadios, doentes, crianças, homens, mulheres, gays, lésbicas, estupradores, prostitutas, gente de bem, ladrões, aidéticos, etc.). No entanto, as pessoas sensatas e equilibradas, que se preocupam com o futuro da humanidade e que sabem dosar o amor com a disciplina, enxergam a necessidade da moderação nestas questões. Na verdade, precisamos respeitar o comportamento de cada pessoa segundo seu merecimento individual. Temos que levar em conta o risco de boa ou de má influência que cada pessoa ofereça.
2- Inclusão
“O que é ‘inclusão?” Essa nada mais é do que interrogação, pois não suscita na dimensão “deleuziana”, problematizações. Pensamos que uma questão5 que talvez ajude a pensar a prática da inclusão escolar ou não-escolar seja “como promover práticas psicopedagógicas inclusivas que suscitem desejos6 no outro e outra e que, por sua vez, desvelem o prazer de aprender no ambiente escolar ou não-escolar?”
Trata-se de uma investigação bibliográfica fenomenológico-existencial onde se procurou, pelo envolvimento existencial e distanciamento refletivo, forjar um conceito deleuziano de “inclusão”.
Nosso desejo é o de (pró)curar, de modo intencional, na produção científica de Deleuze e Guattari, subsídios para forjar um conceito “inclusão”, concebendo-o como um dispositivo de problematização das práticas instituintes ou institucionalizadas de inclusão.
Inferiu-se que os episódios vividos em sala de aula, no caso da educação escolar, ou os cotidianos informais de rua, no caso da educação não-escolar, forjam novas possibilidades de focalizar as questões suscitadas: assim os profissionais da educação poderiam (in)tentar sentir e viver com os “indícios” que emergem nesse cotidiano inventivo e a partir de práticas pedagógicas em circulação (“instituída”) ou das que eles forjam (“instituintes”), podem ser potencializadores de atividade educativas inclusivas que permitam aos alunos e alunas emitirem discursos de poder participativos e colaborativos.
3- Libras
A língua brasileira de sinais (LIBRAS) é a língua de sinais (língua gestual PE) usada pela maioria dos surdos brasileiros e reconhecida pela Lei. É derivada tanto de uma língua de sinais autóctone quanto da língua gestual francesa; por isso, é semelhante a outras línguas de sinais da Europa e da América. A LIBRAS não é a simples gestualização da língua portuguesa, e sim uma língua à parte. Na verdade, em Portugual usa-se uma língua de sinais diferente, a língua gestual portuguesa (LGP).
Assim como as diversas línguas existentes, ela é composta por níveis lingüísticos como: fonologia, morfologia, sintaxe e semântica. Da mesma forma que nas línguas oral-auditivas existem palavras, nas línguas de sinais também existem itens lexicais, que recebem o nome de sinais. A única diferença é sua modalidade viso-espacial. Sendo assim, para se comunicar em LIBRAS não basta apenas conhecer os sinais; é necessário conhecer a sua gramática para combinar as frases, estabelecendo comunicação. Os sinais surgem da combinação de configurações de mão, movimentos, e de pontos de articulação — locais no espaço ou no corpo onde os sinais são feitos. Assim, constituem um sistema lingüístico de transmissão de idéias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil. Como qualquer língua, tambem existem diferenças regionais, portanto deve-se ter atenção as variações praticadas em cada unidade da Federação.

CONCLUSÃO

Concluímos que o preconceito é um ato errado onde as pessoas caluniam pessoas com deficiências mentais, físicas, além de outras.
Devemos deixar com isso e incluir as pessoas com deficiência, pois, elas são iguais a todos nós seres humanos.














DADOS BIBLIOGRÁFICOS


Livro: Puberdade e Adolescência, Editora Grupo Cultural, 2008, Estela Mora Site: http://pt.wikipedia.org/wiki/LIBRAS

sábado, 22 de novembro de 2008

Os sons e MPB

1. Os Sons e a Música

O som é a matéria prima da música. É uma mistura harmoniosa e agradável de sons, a combinação criativa de melodia, harmonia e ritmo.

Vivemos cercados de sons ao nosso redor. Sons produzidos pela natureza e pelo homem.

Os sons são produzidos por vibrações. Essas vibrações se deslocam no ar em formas de ondas sonoras que são captadas pela audição. Se pudéssemos ver o ar, o movimento das ondas sonoras seria semelhante às pequenas ondas que se formam em um lago quando jogamos uma pedra na água.

Quando os sons são combinados a partir de batidas constantes, origina-se a música.

A música pode ser comparada a uma linguagem universal com muitos dialetos variam de cultura para cultura, envolvendo a maneira de cantar, de organizar os sons e de definir as notas básicas, pausas e modos de tocar um instrumento.

Arte estreitamente vinculada as emoções e ao mundo pré-verbal, a música tem uma linguagem privilegiada através da qual os seres humanos comunicam imediatamente emoções, sensações, imagens mentais, lembranças e sentimentos, entre si. A música é capaz de sensibilizar e encantar ouvintes de diferentes povos, culturas e épocas.

Tal como a conhecemos, a música nasceu das incontáveis experiências sonoras de pessoas anônimas espalhada pelo mundo e todas as músicas existentes no mundo foram criadas a partir de apenas sete notas musicais; Dó – Ré – Mi – Fá – Sol – Lá – Si, uma combinação de sons que produzem melodias.

2. Instrumentos musicais

Para cada ritmo de música existem instrumentos apropriados, e cada instrumento está classificado em um conjunto de acordo com suas funções. Veja-mos

· O violão, a guitarra, o violino, a viola e o violoncelo, entre outros, são instrumentos de cordas. Ao tocá-los, vibramos suas cordas; essa vibração produz perturbação no ar sob forma de ondas sonoras que chegam aos nossos ouvidos.

· O saxofone, a flauta, a clarineta, a tuba, o trompete e a gaita são instrumentos de sopro. A altura das notas é controlada conforme deslocamos os nossos dedos pelas aberturas, ou válvulas, que regulam a passagem d ar pelo instrumento, propagam-se pelo ar e atingem os nossos ouvidos.

· O pandeiro, o atabaque, o prato, a bateria, o bumbo, o tambor e o piano são instrumentos de percussão. O som resultante das batidas do percussionista na pele ou cordas do instrumento passa para a cavidade interna, onde ressoa e se amplifica, para, depois, propagar-se pelo ar.

3. Importância da música

A música altera nosso estado de espírito. O corpo reage às vibrações dos sons, são despertadas emoções que interferem no funcionamento de nosso organismo. Existem teorias que comprovam as reações de células e órgãos através destas emoções que são flagradas.

A música pode alterar e liberar partes reprimidas inscritas em nosso corpo. O ser traz consigo as marcas de sua história, em forma de movimento, aprendemos padrões de movimento que nos ditaram o que fazer ou deixar de fazer.

Tão antiga quanto o homem, a música primitiva era usada por exteriorização da alegria, prazer, amor, dor, religiosidade e os anseios da alma. Darwin declarou que a fala humana não antecedeu a música, ma derivou dela.

4. Ritmos da Música

Ao longo da historia a música esteve presente e influente nas sociedades, variando de cultura para cultura, assim intensificou vários ritmos:

Axé: Ritmos de origem baiana (Bahia)

Baião: Derivou-se do batuque. Música e dança popular nordestina.

Balada: A expressão nasceu do italiano ballare, usavam o gênero para cantar e dançar acompanhados de instrumentos.

Batuque: Dança de origem africana praticada pelos negros brasileiros. Em ritmo , é acompanhada por instrumentos de percussão. Da forma original surgiram vários ritmos e danças, como o samba, o coco, o baião e o carimbo.

Bolero: Dança espanhola de ritmo ternário, originalmente executada por guitanos e castanholas.

Bossa Nova: Ritmo de origem brasileira.

Capoeira: Ritmo originado da África, trazido pelos escravos para o Brasil, com raízes na Bahia.

Embolada: Gênero folclórico do nordeste brasileiro, de ritmo binário e andamento rápido. Emprega onomatopéias e alterações.

Forró: Ritmo Nordestino

Pagode: Ritmo brasileiro, originário do Samba partido alto.

Reggae: Ritmo Jamaicano (Jamaica)

Rock: Música popular de origem norte-americana.

Romance: Composição de forma livre, utilizada para canto, instrumento ou orquestra, com sentido poético.

Samba: Dança popular brasileira derivada do batuque africano. De compasso binário e sincopado é o ritmo brasileiro mais comum e característico. Surgiu no Rio de Janeiro, na segunda década do século XX, como gênero carnavalesco e decorrente do aproveitamento por parte dos compositores populares.

5. História da MPB

Um dos gêneros que marcou época no Brasil, foi a MPB (Música Popular Brasileira), apreciado principalmente pelas classes médias urbanas do Brasil.

A MPB surgiu exatamente em um momento de declínio da bossa nova, gênero renovador na música brasileira surgido na segunda metade da década de 1950.

Com a segunda geração da Bossa Nova, a MPB passou abranger outras misturas de ritmos como a do Rock e o Samba, dando origem a um estilo desconhecido como Samba-Rock, a da música Pop e do samba. Nesse contexto, foram descobertos novos talentos, tanto da época, como atual, podemos destacar nessa época, como atual, nomes de músicas, em diferentes classificações desde a época até hoje.

Os Primeiros Astros

Ernesto Nazareth, Mario Pinheiro e Eduardo das Neves.

Os Programas de Rádio

Orlando Silva, Francisco Alves, Vicente Celestino, Mário Reis, e o famoso Rei do Baião Luiz Gonzaga.

Os Boêmios

Noel Rosa, Moreira da Silva e o Rei do Rádio Nelson Gonçalves.

A Bossa Nova

Vinicius de Moraes, Tom Jobim, Agostinho dos Santos e Roberto Menescal.

Os Grandes Festivais

Edu Lobo, Gilberto Gil, Chico Buarque, Caetano Veloso, Roberto Carlos, Gal Costa, Elis Regina, Paulinho da Viloa e outros.

Os Baianos

Gal Costa, Caetano Veloso, Maria Bethânia, Gilberto Gil, Tom Zé e outros. (Moraes Moreira, Daniela Mercury e Carlinhos Brown)

O Clube da Esquina

Milton nascimento, Lô, Marcio Borges, Fernando Brant, Beto Guedes e Outros.

Não estaria completo nosso trabalho sem indicar as cantoras e interpretes - compositores mais significativos. Foram as suas vozes que fizeram conhecido o trabalho dos grandes compositores da MPB e que fez a história da música.

As Cantoras

Desde Carmem Miranda – A Primeira Mulher que estourou como intérprete no cenário musical dos anos 30 – as mulheres tiveram papel importante na MPB.

Destacaram-se Elis Regina, Gal Costa, Maria Bethania, Joana e Simone.

Os Intérpretes – Compositores

Temos o Fagner, Djavan, Ivan Lins, Guilherme Arantes, Gonzaguinha, Milton Nascimento, Caetano Veloso, Toquinho, Chico Buarque e Gilberto Gil.